sexta-feira, 17 de maio de 2013

3ª SEMANA UEMG - “Saberes em diálogo: UEMG em movimento”


A 3ª Semana UEMG convida a sociedade e a comunidade acadêmica a participar das atividades promovidas por suas dez Unidades Acadêmicas nas cidades de Belo Horizonte, Barbacena, Frutal, João Monlevade, Leopoldina, Poços de Caldas e Ubá, no período de 03 a 07 de junho de 2013.


A Semana UEMG é um evento de natureza extensionista e de divulgação da Universidade do Estado de Minas Gerais, que objetiva também a abertura de diálogos no interior das Unidades Acadêmicas e da universidade de modo geral, bem como com as comunidades externas, movimentos sociais, instituições públicas e privadas, possibilitando a escuta de impressões, concepções e vivências, gerando troca de conhecimentos e interlocução com a universidade. O evento pretende também contribuir para que os estudantes da universidade possam ampliar o acesso à diferentes produções de cultura e arte. 

Em sua 3ª edição, a SEMANA UEMG reafirma sua identidade colaborativa, contando com a participação de professores, servidores e estudantes que apresentaram suas propostas de atividades por meio do sistema de registro das atividades de extensão (CAEx/UEMG), sob a coordenação da Pró-Reitoria de Extensão e das coordenações de extensão de todas as suas Unidades Acadêmicas. A programação final, resultado da produção de extensão, pesquisa e ensino da Universidade e de instituições e grupos parceiros, conta com quase 300 atividades em variados formatos: minicursos, palestras, rodas de conversa, mostras, exposições, oficinas, aulas-abertas, shows, atividades culturais, seminários, visitas guiadas, dentre outras.

Em 2013, a temática central, "Saberes em diálogo: UEMG em movimento" colocará em destaque programas e projetos desenvolvidos na UEMG, que evidenciam desafios à transformação da universidade ao dialogar com diferentes lógicas de saberes e com políticas de direito às diferenças.
FONTE - http://www.uemg.br


Sejam bem vindos à 3ª SEMANA UEMG.
Vânia Costa
Pró-Reitora de Extensão – PROEX/UEMG

quinta-feira, 16 de maio de 2013

É Notícia

Uma pesquisa realizada pela Endeavor identifica os perfis que compõem o panorama atual do empreendedorismo no país.





Desbravador, empolgado, provedor, apaixonado, antenado, independente, arrojado, pragmático, lutador. Apenas esses adjetivos enumerados, desprovidos de contexto e significado, pouco tem a mostrar. Mas, quando vistos sob um prisma sócio-demográfico, sustentados por um conjunto de características, atitudes e expectativas, revelam os sujeitos altamente heterogêneos que compõem o panorama atual do empreendedorismo brasileiro.
Segmentados entre empreendedores formais, informais e potenciais, esses diferentes perfis são o foco da pesquisa Empreendedores Brasileiros: Perfis e Percepções 2013, realizada pela Endeavor Brasil com o apoio da Ibope Inteligência. Para distinguir suas particularidades, ambições e dificuldades, o estudo realizou entrevistas com cerca de 3 mil brasileiros, entre proprietários de empresas, potenciais empreendedores e outros jovens e adultos que não pretendem abrir um negócio próprio.
A finalidade da segmentação, como ressaltou Amisha Miller, gerente da área de Pesquisa e Políticas Públicas da Endeavor, é esclarecer a melhor forma de apoiar e desenvolver produtos e serviços direcionados a cada perfil. “As organizações que se relacionam com empreendedores podem investir seu dinheiro de uma forma muito mais eficaz, criando produtos focados em grupos específicos e usando melhor os canais de comunicação para alcançá-los”, propõe. “Não podemos tratar os empreendedores (28% da população entre 16 e 64 anos) e os potenciais empreendedores (33% da mesma amostra) como um grupo padrão.”
Em geral, os empreendedores com funcionários – que representam apenas 4% da população brasileira – são aqueles que geram mais empregos e, portanto, fazem mais diferença para o país. Este perfil é o mais desenvolvido social e economicamente, como mostra, por exemplo, o fato de sua renda pessoal ser quase o dobro em comparação à renda do total de empreendedores. Além disso, eles revelam o mais alto nível de escolaridade – 24% deles completou o ensino superior, enquanto a média dos empreendedores brasileiros é de 16%.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Parques tecnológicos em Minas Gerais: mais negócios e inovação


Governo investe na chamada ‘tríplice hélice’ para acelerar os processos de inovação no Estado, integrando empresas e universidades


Minas Gerais deverá encerrar o ano com seis parques tecnológicos em operação e obras: além dos três já em funcionamento (Belo Horizonte, Viçosa e Itajubá), outros três estão em processo avançado de implantação (Lavras, Juiz de Fora e Uberaba). “Tem que virar mania”, ressalta o subsecretário-adjunto de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes), Evaldo Vilela. Segundo ele, as iniciativas de investimento do Governo visam acelerar os processos de inovação no Estado e os parques tecnológicos estão inseridos neste contexto.
Até o momento, o Governo de Minas Gerais já investiu R$ 61,2 milhões nos parques tecnológicos do Estado. Para o superintendente de Inovação Tecnológica da Sectes, José Luciano de Assis Pereira, o Governo do Estado deposita uma grande confiança na aproximação entre universidade e empresa, certo de que o modelo irá gerar frutos e atrair novos investimentos. Ele afirma que os esforços da Sectes e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), por meio do Sistema Mineiro de Inovação (Simi), para alavancar novas fontes de investimentos junto ao Estado e à União estão sendo grandes. Segundo estudo da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), para a implantação de cada parque é necessário o aporte médio de R$ 70 milhões a R$ 100 milhões.

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